Logo R7.com
RecordPlus

Robert Mueller: quem era o ex-diretor do FBI que investigou ligação da Rússia com Trump

Advogado assumiu órgão apenas uma semana antes dos ataques de 11 de setembro

Internacional|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ex-diretor do FBI Robert Mueller morreu aos 81 anos.
  • Indicado à direção do órgão em 2001, Mueller assumiu apenas 1 semana antes do ataque de 11 setembro.
  • Após deixar o cargo, investigou a ligação da Rússia com o Trump nas eleições de 2016.
  • A notícia de sua morte foi divulgada pela família, que pediu privacidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Robert Mueller assumiu o FBI por indicação de George W. Bush Reprodução/FBI

Robert Mueller, que ocupou o cargo de diretor do FBI entre 2001 e 2013, morreu aos 81 anos. Como procurador especial do Departamento de Justiça, ele investigou a ligação entre a Rússia e a campanha presidencial de Donald Trump em 2016.

“Com profunda tristeza compartilhamos a notícia de que Bob faleceu na noite de sexta-feira”, divulgou a família de Mueller em comunicado, pedindo respeito à privacidade.


LEIA MAIS

Quem foi Robert Mueller?

Robert Swan Mueller III nasceu em Nova York, em agosto de 1944. Advogado de formação, foi indicado pelo então presidente George W. Bush para chefiar o FBI. A nomeação teve aprovação unânime do Senado americano.

Muller assumiu efetivamente o cargo em setembro de 2001, apenas uma semana antes dos ataques às Torres do World Trade Center. O episódio redefiniu a atuação do FBI, que passou a concentrar esforços de forma mais intensa no combate ao terrorismo.


Ao todo, ficou 12 anos à frente do órgão, se tornando o segundo diretor com maior tempo de atuação, atrás apenas de J. Edgar Hoover. Deixou a posição em 2013, durante o mandato de Barack Obama, sendo substituído por James Comey.

Ligação entre Trump e Rússia

Em 2017, Mueller voltou a atuar no serviço público, sendo nomeado como procurador especial do Departamento de Justiça.


Nesse período, o ex-diretor do FBI apurou se pessoas ligadas à campanha de Trump articularam ações com o governo russo para influenciar a vitória do republicano nas eleições presidenciais de 2016, que o elegeram para o seu primeiro mandato.

A investigação durou quase dois anos e terminou com acusações criminais apresentadas contra seis pessoas do escopo do atual presidente. Entre elas, o ex-chefe de campanha e o primeiro assessor de segurança nacional do governo.


O relatório final não encontrou provas que pudessem incriminar o republicano e o Kremlin, ainda que tenha apontado diversos contatos entre integrantes da campanha e autoridades russas.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.