Rússia x Ucrânia

Internacional Rússia demite 115 militares que rejeitaram participar de guerra na Ucrânia

Rússia demite 115 militares que rejeitaram participar de guerra na Ucrânia

De acordo com o tribunal para as Forças Armadas, os soldados se negaram 'arbitrariamente a cumprir uma missão oficial'

AFP

Resumindo a Notícia

  • 115 militares russos foram demitidos por se negarem a participar de invasão na Ucrânia
  • Decisão foi tomada por tribunal militar russo da região de Kabardia-Balkaria
  • Segundo tribunal, os condenados rejeitaram "arbitrariamente cumprir uma missão oficial"
  • Militares demitidos seriam da Guarda Nacional da Rússia
Militares russos chegaram à Ucrânia em 24 de fevereiro

Militares russos chegaram à Ucrânia em 24 de fevereiro

Russian Defence Ministry/AFP - 7.3.2022

Um tribunal militar russo da região de Kabardia-Balkaria confirmou a demissão de 115 militares que rejeitaram participar da ofensiva lançada pela Rússia na Ucrânia.

Este parece ser o primeiro caso confirmado oficialmente de soldados russos que se negaram a participar da operação que começou em 24 de fevereiro.

O tribunal concluiu, segundo um comunicado publicado na quarta-feira (25), que os militares rejeitaram "arbitrariamente cumprir uma missão oficial".

O tribunal disse que examinou os "documentos necessários" e interrogou os responsáveis da Guarda Nacional, uma força de segurança interna que participa também de operações na Ucrânia, mas é diferente do exército russo.

A audiência aconteceu a portas fechadas para não revelar "segredos militares", acrescentou o tribunal, que não informou onde os soldados foram sancionados na Rússia.

O serviço de imprensa do tribunal, citado pela agência de notícias Interfax, indicou nesta quinta-feira que os militares eram membros da Guarda Nacional que rejeitaram realizar uma missão relacionada com "a operação especial" da Rússia na Ucrânia.

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