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Rússia x Ucrânia: acordo de paz ‘é mais do que necessário’, afirma professor

Zelensky disse que documento sobre garantias de segurança dos Estados Unidos está totalmente pronto e negociações com russos avançaram

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Zelensky anunciou que o documento de garantias de segurança dos EUA está pronto para ser assinado.
  • Negociações entre Ucrânia e Rússia avançaram, com novas discussões agendadas para o próximo domingo em Abu Dhabi.
  • Kiev mantém sua posição de defender a integridade territorial ucraniana, apesar dos diálogos em andamento.
  • Pesquisador destaca a necessidade de um acordo de paz para proteger a população civil afetada pelo conflito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Volodymyr Zelensky disse que um documento sobre garantias de segurança dos Estados Unidos está totalmente pronto. O presidente ucraniano afirmou que está aguardando a definição de data e local para a assinatura do documento. Apesar de terminar sem um acordo, Zelensky destacou que as negociações do fim de semana com a Rússia avançaram.

Moscou e Kiev disseram estar abertos a um diálogo mais aprofundado e novas discussões são esperadas para o próximo domingo (1º), em Abu Dhabi. Zelensky disse que todas as questões problemáticas estão sendo discutidas, mas acrescentou que Kiev não mudou a posição de defender a integridade territorial ucraniana.


Zelensky disse que todas as questões problemáticas estão sendo discutidas Reprodução/Record News

No entanto, o líder afirmou que os Estados Unidos tentam encontrar um meio-termo e todos os lados devem estar preparados para ceder. Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (26), o pesquisador Lier Ferreira diz que “é mais do que necessário que esse acordo de paz seja sacramentado”, uma vez que o principal elemento vitimado é a população civil.

“As conversas em Abu Dhabi foram muito produtivas, que permitiram desde muito tempo que as três grandes partes, que são os Estados Unidos como fiadores, os russos como aqueles que perpetraram a violência e os ucranianos como aqueles que foram alvos dessa violência russa, possam de alguma forma equacionar questões importantes que dizem respeito principalmente à segurança de russos e ucranianos e a participação dos Estados Unidos como um fator pivotal no contexto da Europa”, explica Ferreira.

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