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Rússia x Ucrânia: novos ataques mostram que guerra continua ‘sem solução à vista’, diz professor

Recente ataque russo causa a morte de 19 pessoas e deixa 66 feridos, sendo 14 crianças; confira

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Recente ataque russo provoca 19 mortes e 66 feridos na Ucrânia, incluindo 14 crianças.
  • Dois prédios de nove andares foram atingidos na região de Ternopil durante o ataque.
  • Especialista afirma que a guerra continua sem perspectivas de solução, apesar de tentativas diplomáticas.
  • Uso de 476 drones e 48 mísseis contra alvos ucranianos é confirmado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As últimas atualizações do confronto no Leste Europeu revelaram que a Rússia disparou 48 mísseis e atentou contra a Ucrânia com 476 drones, gerando pelo menos 19 mortes. Dois prédios de nove andares na região de Ternopil, no oeste da Ucrânia, foram atingidos pelo ataque russo, deixando pelo menos 66 feridos, incluindo 14 crianças.

Já o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que forças ucranianas dispararam quatro mísseis de fabricação americana contra uma cidade no sul do país. O exército ucraniano afirmou ter atacado alvos militares na Rússia com mísseis fornecidos pelos Estados Unidos, classificando o ataque como um “desenvolvimento importante”.


Novos ataques entre Rússia e Ucrânia contabilizam novas mortes e mais algumas dezenas de feridos Reprodução/RECORD NEWS

“A guerra continua seu curso [...] As conversas que foram estabelecidas ali a partir de Donald Trump não surtiram o efeito esperado. Acreditava-se especialmente que, depois daquela cúpula entre Trump e Putin em Alasca e alguns dias depois a cúpula entre o Trump e as lideranças europeias em Washington, poderia chegar a algum ponto de equilíbrio, algum entendimento, nem que fosse um acordo de suspensão de hostilidades ou de se cessar-fogo, mas isso não aconteceu”, argumenta o professor de política internacional Paulo Velasco ao Conexão Record News.

O docente ainda enfatizou que o “drama humanitário” permanece como em qualquer guerra. Ainda segundo Velasco, para a população civil a maior dificuldade são as cidades destruídas, bairros devastados, vítimas e um confronto sem fim.

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