Internacional Scholz faz apelo a Putin para que retire tropas da Ucrânia

Scholz faz apelo a Putin para que retire tropas da Ucrânia

Declaração foi dada durante coletiva de imprensa ao lado do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeua

  • Internacional | Do R7

O  primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeua, e o chanceler alemão Olaf Scholz em coletiva

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeua, e o chanceler alemão Olaf Scholz em coletiva

Odd ANDERSEN / POOL / AFP

O chanceler alemão Olaf Scholz fez um apelo nesta quarta-feira (9) ao presidente russo Vladimir Putin para que retire as tropas da Ucrânia. "O povo ucraniano está sofrendo", afirmou durante coletiva de imprensa em Berlim ao lado do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau.

Ele ainda afirmou que está conversando com o presidente francês Emmanuel Macron e com o líder chinês Xi Jinping para encontrar uma solução para a guerra da Ucrânia. "É muito claro que uma solução militar para esse conflito não faz sentido e buscamos uma saída diplomática."

Sobre a dependência energética da Alemanha em relação à Rússia, o chanceler afirmou que o país pretende diversificar o suprimento de gás.

Justin Trudeau anunciou uma ajuda de 50 milhões de dólares para enviar equipamentos militares para a Ucrânia, além de 3 milhões de dólares para conter a desinformação. "Estamos garantindo que todo o necessário seja enviado aos ucranianos neste momento difícil". Para ele, Putin representa uma "ameaça à democracia em todo o mundo".

Em meio à guerra, Trudeau afirmou que o Canadá e a Alemanha estão colaborando para apoiar o povo ucraniano e seu governo, além disso falou que a Otan segue adotando sanções muito severas aos oligarcas russos.

Ele demonstrou que é preciso ter cautela para não agravar a guerra. "Vamos continuar mandando equipamentos e armas, à medida que forem necessarias, com cuidado para não escalar o conflito, queremos que ele acabe. Estamos ajudando os ucranianos de todas as formas que podemos, mas precisamos ter cuidado para fazer isso da melhor maneira."

Últimas