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Segurança pós-guerra para a Ucrânia terá 800 mil soldados e apoio aliado; entenda

Forças da coalizão terão permissão para atuar dentro da Ucrânia sob a estrutura de ‘segurança acordada’

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os EUA e países europeus finalizam um plano de segurança pós-guerra para a Ucrânia com foco na defesa a longo prazo.
  • A estratégia inclui a criação de um exército ucraniano de 800 mil soldados para dissuadir futuras agressões russas.
  • A Coalizão dos Dispostos posicionará tropas próximas às linhas de frente para construir confiança e demonstrar apoio internacional.
  • O Kremlin busca estabelecer contatos com os EUA sobre discussões recentes sobre um possível acordo de paz na Ucrânia.

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Ponto central do plano é a criação de um exército ucraniano, concebido como a principal força para dissuadir futuras agressões Reprodução/Record News — 30.06.2025

Os Estados Unidos e países europeus finalizaram um plano de segurança pós-guerra para a Ucrânia com o objetivo de garantir a defesa do país a longo prazo e manter a estabilidade regional. O ponto central da estratégia é a criação de um exército ucraniano de 800 mil soldados, concebido como a principal força de dissuasão contra futuras agressões de Moscou.

Além de reforçar a capacidade militar da Ucrânia, os Estados Unidos terão papel fundamental no fornecimento de inteligência e vigilância em tempo real para monitorar possíveis violações de um futuro acordo de paz ao longo da linha de contato.


Como parte da estratégia, um grupo de países parceiros, chamado de Coalizão dos Dispostos, posicionará tropas a uma certa distância das linhas de frente.

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As forças da coalizão terão permissão para atuar dentro da Ucrânia sob a estrutura de segurança acordada. A imprensa internacional observou que, caso as hostilidades sejam retomadas, o plano prevê uma resposta diplomática rápida dos aliados e, se necessário, o apoio militar poderá ser considerado como medida subsequente.


O Kremlin confirmou na quinta-feira (18) que se prepara para estabelecer contatos com os Estados Unidos a fim de obter detalhes sobre as recentes discussões americanas com autoridades europeias e ucranianas a respeito de um possível acordo de paz para a guerra na Ucrânia.

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