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Síria pode firmar acordo com Israel após reconfiguração do poder na região; veja análise

Visita histórica do líder sírio marca aproximação com os Estados Unidos, que podem intermediar negociações

Internacional|Do R7

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  • O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, se reuniu com Donald Trump para discutir planos de investimento dos EUA na reconstrução da Síria.
  • A Síria se juntou à coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico.
  • O novo governo sírio, sob al-Sharaa, começou a ver a diminuição das sanções dos EUA, após sua promessa de não perseguir minorias.
  • A reconfiguração do poder na região pode possibilitar um acordo entre a Síria e Israel, mediado pelos Estados Unidos.

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Durante encontro com o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (10), o presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, disse ter discutido planos de investimento norte-americano na reconstrução do país, em especial no setor de gás. Também foi confirmada a entrada da Síria na coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, contra o grupo terrorista Estado Islâmico.

Após a reunião que marcou a aproximação entre os dois países, Trump prometeu fazer tudo que estiver ao seu alcance para que a Síria seja bem sucedida. Em entrevista ao Conexão Record News, o pesquisador Vitelio Brustolin relembra como al-Sharaa chegou ao poder do país árabe, com a promessa de não perseguir minorias visadas pelo governo deposto de Bashar al-Assad.


Al-Sharaa ascendeu ao poder com a queda de Bashar al-Assad Reprodução/Record News

Em face destes desdobramentos, os Estados Unidos, que chegaram a procurar o líder interino da Síria por envolvimento com a organização terrorista al-Qaeda, começaram a baixar as sanções ao país: “Agora nós vemos esse al-Sharaa, o primeiro líder sírio na história que vai à Casa Branca”.

Brustolin afirma que, com sua ascensão ao poder, rompeu-se um eixo que conectava o Irã a Israel. “Bashar al-Assad era aliado com o Hamas. Israel também bombardeou instalações militares e estrutura militar que pertenciam ao Bashar al-Assad quando ele foi deposto e fugiu para a Rússia. E nós vemos um desequilíbrio na balança do poder. Até então a Rússia apoiava naval, base militar naval e aérea da Síria e a Rússia retirou o apoio ao governo al-Assad”, diz.


O pesquisador analisa que, com a reconfiguração do poder na região, é possível que o novo líder sírio faça algum tipo de acordo com Israel, por intermédio dos Estados Unidos.

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