Sociedade americana não está preparada para ‘a morte de seus jovens soldados’, diz especialista
Cerca de 2.000 homens devem ser deslocados para o Oriente Médio, e Casa Branca não descarta operação terrestre
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Apesar de uma proposta de paz entre Irã e Estados Unidos estar colocada à mesa de negociações, cerca de 2.000 soldados norte-americanos devem ser deslocados para a região. Segundo a porta-voz da Casa Branca, o governo não descartou uma incursão terrestre no território iraniano, e o presidente Donald Trump “tem todas as opções à sua disposição”.
Por mais que o comando militar dos Estados Unidos tenha informado que cerca de 9.000 militares foram atingidos desde o início da guerra, o contingente norte-americano no Irã é de pelo menos 50 mil soldados.
Durante sua entrevista ao Conexão Record News, o pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics Lier Ferreira explicou que, apesar de os Estados Unidos serem a principal superpotência do mundo contemporâneo, tanto do ponto de vista econômico, comercial, científico, tecnológico quanto bélico-militar, eles precisaram intensificar as forças do seu exército no contexto da guerra atual.
“É claro, me parece muito claro, que os Estados Unidos estão ampliando o seu poderio bélico, tentando cercar de todas as formas o Irã para, em algum momento, entrar numa batalha, digamos que, campal [...] Isso seria certamente uma carnificina, não é? Porque levaria a muitas baixas do lado iraniano, com certeza, mas muito provavelmente levaria também a muitas baixas do lado norte-americano. E isso é algo para o qual a sociedade norte-americana não está preparada”, explicou o especialista.
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