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Submarino nuclear e mísseis: o que está por trás da expansão militar da Coreia do Norte

Demonstração de força acontece enquanto Pyongyang rejeita diálogo com os EUA sobre programa nuclear

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kim Jong-un ordenou aumento da produção de mísseis e apresentou um submarino nuclear à mídia.
  • A expansão militar é uma resposta às crescentes tensões na região e parte da modernização da marinha.
  • O submarino pode estar próximo de entrar em operação, oferecendo vantagens estratégicas à Coreia do Norte.
  • Embora haja promessas de desenvolvimento tecnológico, existem dúvidas sobre a capacidade do país em dominá-lo completamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Líder norte-coreano expande capacidade militar em meio às tensões diplomáticas Reprodução/RECORD NEWS 19.08.2025

Kim Jong-un ordenou recentemente que suas fábricas de armamentos aumentassem rapidamente a produção de mísseis. O anúncio vem após o líder norte-coreano apresentar à mídia estatal um submarino nuclear de grande porte.

Segundo ele, o país foi “forçado” a expandir a capacidade militar diante das crescentes tensões na região, e o submarino faz parte de um esforço de modernização da marinha.


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De acordo com o jornal britânico The Sun, analistas acreditam que o submarino pode estar perto de entrar em operação. A tecnologia conta com propulsão nuclear de 8.700 toneladas, capaz de lançar mísseis superfície-ar.

“Mostrar a embarcação inteira agora parece indicar que a maior parte do equipamento já foi instalada e que ela está praticamente pronta para ser lançada na água”, disse Moon Keun-sik, especialista em submarinos da Universidade Hanyang de Seul.


O submarino nuclear daria à Coreia do Norte uma vantagem estratégica significativa, permitindo disparos submersos de mísseis e dificultando o rastreamento. Apesar disso, ainda existem dúvidas sobre a capacidade do país em dominar completamente a tecnologia.

Desde 2021, o líder norte-coreano prometeu o desenvolvimento da tecnologia como parte de um programa de armamentos, que inclui testes de mísseis intercontinentais, armas hipersônicas e satélites espiões.

A demonstração de força acontece em um momento de impasse diplomático, com Pyongyang rejeitando apelos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul para retomar negociações sobre seu programa nuclear.

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