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‘Suplicamos a liberdade para os presos políticos venezuelanos’, diz ativista em reunião na ONU

Merchy De Freitas, da ONG Transparência Venezuela, falou sobre a situação do país em reunião de emergência convocada para esta segunda (5)

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Merchy De Freitas denunciou a corrupção e os crimes do governo de Nicolás Maduro em reunião na ONU.
  • Ela destacou a relação entre a administração de Maduro e organizações criminosas no país.
  • A produção de ouro é responsável por 20% do tesouro da Venezuela, causando destruição ambiental significativa.
  • A ativista pediu a liberdade dos presos políticos, afirmando que muitos têm paradeiro desconhecido e alguns morreram sob tortura.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Merchy De Freitas, diretora executiva da organização não governamental Transparência Venezuela, denunciou desmandos do governo de Nicolás Maduro em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU convocada para esta segunda-feira (5), após ofensiva dos EUA.

Segundo Freitas, Nicolás Maduro e sua família são a ponte estrutural de uma rede que envolve grupos criminosos e o governo do país: “As organizações criminosas nacionais têm uma relação simbiótica com a administração de Nicolás Maduro. Elas usam propriedades e estruturas do Estado”.


Ainda de acordo com a ativista, a produção de ouro é responsável por 20% de todo o tesouro da Venezuela e o processo de mineração destruiu áreas completas no estado bolivariano, no parque nacional e parte da Amazônia.

Segundo Merchy de Freitas, os grandes crimes são a razão da redução das receitas do Estado Reprodução/Record News

A corrupção e os grandes crimes são a razão da redução das receitas do Estado, por isso o gasto público de qualidade para serviços básicos segue em crise: “Nós venezuelanos tivemos que aprender a viver com poucas horas de energia em grande parte do país. Aprendemos a nos proteger da extorsão diária e generalizada de grupos armados colombianos, do crime organizado e também do dinheiro sujo do Estado”, diz a ativista.


Para mudar essa realidade, ela explicou que é necessário um Estado íntegro e transparente, que garanta Estado de Direito, Direitos Humanos e proteja os recursos públicos para benefícios de todos.

Por último, ela denunciou o aparelho repressor do governo de Maduro e pediu a liberdade de todos os presos políticos venezuelanos: “86 desses presos políticos têm paradeiros desconhecidos, e 20 pessoas morreram durante tortura do Estado ou falta de atenção médica, principalmente nesse final do ano”.

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