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Taiwan muda forças terrestres contra invasão chinesa: como isso pode desbloquear combates

Reestruturação visa aumentar a flexibilidade e autossuficiência do exército diante de um conflito com a China

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Taiwan está modernizando suas forças terrestres em resposta à crescente tensão com a China.
  • O Ministério da Defesa transformou as brigadas de armas combinadas para melhorar a capacidade operacional.
  • A nova estratégia permitirá a integração de tecnologias avançadas, como drones e inteligência artificial.
  • A reestruturação visa aumentar a flexibilidade e autossuficiência das forças militares taiwanesas diante de uma possível invasão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brigadas de armas combinadas têm como objetivo preparar melhor a ilha para futuras guerras Reprodução/X/MoNDefense

Em meio à crescente tensão com a China, Taiwan está modernizando suas forças terrestres com novas tecnologias e mudanças nas unidades de defesa. O objetivo é preparar e equipar o território para caso precisem se defender de uma invasão chinesa.

O Ministério da Defesa Nacional de Taiwan transformou as brigadas blindadas e de infantaria em “brigadas de armas combinadas”. Segundo as autoridades, a mudança faz parte do plano de expansão militar.


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Anteriormente, o exército contava com quatro unidades blindadas e três unidades de infantaria. A unificação das brigadas visa aumentar as capacidades operacionais, além de proporcionar respostas mais rápidas e missões de combate independentes.

Em análise ao Business Insider, um especialista explicou que a estratégia da defesa de Taiwan é uma “mudança de mentalidade”. A organização das forças terrestres não melhora apenas a reação diante de uma invasão ou conflito, mas também abre espaço para novas tecnologias.


“Isso [a união das unidades] fornece uma base para a integração de novas tecnologias, não apenas drones, mas também o uso de IA em sistemas digitais de comando e controle, e provavelmente em sistemas de defesa aérea”, disse o major-general Mick Ryan.

Para ele, a reestruturação faz com que as forças terrestres fiquem mais flexíveis e autossuficientes. Dessa forma, uma brigada acaba “cobrindo” as fraquezas da outra, ajudando na mobilidade e adaptabilidade do exército.

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