Tempestade adia votação presidencial em cidades de Portugal
Temporal também alcançou a Espanha; no país, agricultores relatam que plantações sofreram danos ‘catastróficos’
Internacional|Do R7, com informações da Reuters
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O segundo turno das eleições presidenciais portuguesas foi adiado neste domingo (8) em diferentes áreas afetadas por inundações, incluindo a cidade de Cartaxo, após uma série de tempestades que trouxeram fortes chuvas e ventos intensos nos últimos dias.
Três câmaras municipais no sul e centro de Portugal foram obrigadas a adiar a votação por uma semana, afetando cerca de 37.000 eleitores registados — cerca de 0,3% do eleitorado.
Os eleitores portugueses decidem hoje quem será o novo presidente. Estão na disputa o candidato de esquerda António José Seguro e o candidato de extrema-direita André Ventura, com as sondagens a apontarem para uma vitória de Seguro.
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Os resultados oficiais parciais seguem previstos para serem divulgados no domingo à noite, como habitualmente, a partir das 20h (17h de Brasília).
Em outras partes do país, os eleitores dirigiram-se às urnas com a melhoria do tempo, embora a participação tenha sido aparentemente inferior à do primeiro turno, quando 11 candidatos registaram a maior participação em 15 anos.
Temporal alcançou Espanha
O temporal recebeu o nome “Marta” e também atingiu cidades da Espanha. Agricultores do país relataram que as chuvas impactaram a agricultura, deixando plantações submersas, além de prejuízos em colheitas.
A avaliação é de que os impactos foram “catastróficos”, segundo relatos feitos à agência de notícia Reuters.
A região entre países já havia sofrido tempestades ao longo das últimas semanas, mas os impactos foram mais fortes após a chegada da tempestade no sábado (7).
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