Terroristas do Hamas ‘não querem baixar as armas e plano de paz não avança’, explica professor
Mediadores estão testando um acordo para retirar combatentes do grupo terrorista da região de Rafah e desarmar o grupo
Internacional|Do R7
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No Oriente Médio, mediadores estão testando um acordo para retirar combatentes do grupo terrorista Hamas da região de Rafah. Segundo o acordo, proposto para cerca de 200 integrantes do grupo terrorista, seria uma prévia de um processo mais amplo de desarmamento dos extremistas.
A negociação prevê a entrega das armas em troca de salvo-conduto ou detalhes sobre túneis do grupo existentes na Faixa de Gaza. Desde que o cessar-fogo entrou em vigor, a região de Rafah foi palco de pelo menos dois ataques contra as tropas israelenses, que Israel atribuiu ao Hamas. Os extremistas negaram a responsabilidade e afirmam que perderam contato com os combatentes em Rafah.

Em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (7), Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador, afirma: “Se eles [Hamas] baixarem as armas e se retirarem do governo, eles podem ser anistiados, inclusive podem ir para outros países que os aceitem, o Egito, por exemplo, poderia aceitar alguns. Mas eles não querem baixar as armas e o plano de paz não avança”.
“O Netanyahu não vai aceitar que eles continuem armados, porque uma das propostas de Israel para essa guerra é que nunca mais haja possibilidade de terroristas vindos da Faixa de Gaza atacarem Israel, então eles não podem continuar armados”, completa o professor.
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