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Tiroteio em hospital de Chicago com 4 mortes começou com feminicídio

Atirador assassinou a ex-noiva, uma médica que trabalhava no hospital, antes de entrar no prédio e trocar tiros com a polícia

Internacional|Cristina Charão, do R7, com Reuters

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Atirador matou a ex-noiva do lado de fora do hospital
Atirador matou a ex-noiva do lado de fora do hospital

Os assassinatos dentro de um hospital em Chicago registrados na noite desta segunda-feira (19) começaram com um feminicídio. Autoridades policiais da cidade confirmaram que o atirador foi ao Mercy Hospital para matar sua ex-noiva, uma médica que trabalhava no local.

A mídia identificou a médica assassinada como Tamara O'Neal. Depois de assassiná-la do lado de fora do hospital, o atirador entrou no prédio e continuou com os disparos. Um assistente farmacêutico e um policial, que respondia à ocorrência, morreram.


Relatos da mídia local dão conta que o homem derrubou a médica no chão e disparou várias vezes contra ela. Uma testemunha disse que ele exigiu um anel de volta.

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O atirador também morreu, mas não ficou claro se ele atirou em si mesmo ou foi atingido por uma bala de policial, disse Johnson.


Violência doméstica

Em entrevista coletiva, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, descreveu o assassinato inicial como um ato de violência doméstica.


O atirador, que não teve o nome divulgado, utilizou uma única arma, disse Johnson. Policiais o seguiram e trocaram tiros com ele por vários minutos, disse Johnson.

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O tiroteio fez médicos e pacientes saírem das instalações do hospital, alguns com as mãos para cima, enquanto policiais fortemente armados tentavam proteger o local.

"A cidade de Chicago perdeu uma médica, um assistente farmacêutico e um policial, todos fazendo o que amam", disse o prefeito Rahm Emanuel a repórteres.

Policial e assistente farmacêutico estão entre as vítimas

O oficial Samuel Jimenez, que se juntou à força policial de Chicago no ano passado, morreu durante a troca de tiros, disseram autoridades. Ele tinha 28 anos era casado e tinha filhos e foi o segundo oficial de Chicago morto no cumprimento do dever neste ano.

Já o assistente de farmácia baleado pelo atirador estava descendo de elevador, disse Johnson. Seu nome não foi divulgado.

Um segundo policial foi salvo por um golpe de sorte: uma bala se alojou na pistola que estava na sua cintura.

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