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Torpedos e ataque nuclear: aliados de Putin cobram resposta à apreensão de petroleiro

Membro do comitê de defesa da Duma Estatal russa teria ficado ‘furioso’ com a ação do governo de Donald Trump

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aliados de Putin exigem resposta à apreensão de petroleiro russo pelos EUA.
  • Aleksey Zhuravlyov sugere uso de torpedos e até armas nucleares como retaliação.
  • Petroleiro Marinera, antigo Bella 1, estava sob escolta de submarino russo.
  • Guarda Costeira dos EUA afirma ter agido para proteger o direito internacional e a segurança nacional.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Autoridades dos EUA divulgaram o vídeo do momento em que uma embarcação se aproxima do petroleiro Marinera Reprodução/X/USCG

Aliados do presidente Vladimir Putin estão cobrando uma resposta após a apreensão de um petroleiro de bandeira russa pelos Estados Unidos. Segundo o jornal The Sun, Aleksey Zhuravlyov, do comitê de defesa da Duma Estatal russa, ficou “furioso” com a ação do governo de Donald Trump e não descarta o uso de armas nucleares como retaliação.

“Precisamos dar uma resposta militar: atacar com torpedos ou afundar alguns barcos americanos”, afirmou.


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Para Zhuravlyov, a apreensão de uma embarcação civil pela Guarda Costeira dos Estados Unidos é um ato de pirataria. “Não há dúvida de que devemos responder com firmeza e rapidez — nossa doutrina militar prevê inclusive o uso de armas nucleares em resposta a um ataque dessa natureza", completou.

Na quarta-feira (7), as autoridades dos EUA divulgaram um vídeo do momento em que uma embarcação norte-americana consegue se aproximar do petroleiro Marinera, anteriormente chamado de Bella 1, ligado à Venezuela e com bandeira russa.


Além da bandeira, a embarcação havia recebido escolta de um submarino russo após semanas de perseguição pelo Oceano Atlântico.

A ação acontece em meio às investidas de Trump no petróleo venezuelano. Em comunicado, a Guarda Costeira dos EUA confirmou a apreensão e afirmou que se orgulha de “dominar o mar, defender o direito internacional e proteger os Estados Unidos”.


“Após um esforço contínuo de acompanhamento através do Atlântico pelo navio da Guarda Costeira Munro, as equipes táticas da Guarda Costeira utilizaram nossas poderosas prerrogativas de aplicação da lei marítima para garantir a segurança do Bella I por meio de uma operação conjunta executada com precisão”, continua o comunicado.

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