Trump cogita ataque a cartéis de drogas em outros países e diz que pode conversar com Maduro
Mesmo com oportunidade para a diplomacia na Venezuela, força militar ainda é uma opção
Internacional|Kevin Liptak e Alayna Treene, da CNN Internacional
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O presidente Donald Trump ainda não tomou uma decisão sobre atacar a Venezuela por terra, disseram uma autoridade da Casa Branca e uma alta autoridade dos EUA (Estados Unidos), enquanto ele indica que uma janela pode estar se abrindo para a diplomacia.
Trump disse na segunda-feira (17) que estaria aberto a falar diretamente com o presidente venezuelano Nicolás Maduro em um “determinado momento”, sugerindo que ele vê um caminho no país que não envolve lançar bombas ou enviar comandos para remover Maduro.
Ao mesmo tempo, Trump deixou clara sua disposição para ir atrás de operações de drogas em terra usando força militar — incluindo, disse ele, no México e na Colômbia.
LEIA MAIS:
“Nós sabemos o endereço deles. Nós sabemos o endereço deles. Sabemos tudo sobre cada um deles”, disse ele sobre os líderes dos cartéis de drogas, acrescentando que ficaria “orgulhoso” de atacar instalações de drogas em outros países em sua tentativa de impedir que as substâncias cheguem aos Estados Unidos.
“Eu lançaria ataques no México para parar as drogas?”, disse ele. “Tudo bem para mim.”
Enquanto as forças militares americanas se acumulam na região — incluindo o porta-aviões mais avançado dos EUA (Estados Unidos) e 15 mil militares — Trump espera que a pressão seja suficiente para forçar Maduro a renunciar sem tomar uma ação militar direta, disse a autoridade dos EUA.
“Sim, eu provavelmente falaria com ele”, disse Trump na segunda-feira quando questionado se falaria com seu homólogo venezuelano antes de ordenar ataques.
Trump recebeu briefings sobre opções militares em três dias consecutivos na semana passada. As opções variavam em intensidade, desde ataques a instalações militares ou governamentais até incursões de operações especiais. A opção de não fazer nada também ainda existe.
O presidente, em alguns momentos, expressou algumas reservas sobre tomar ação militar direta dentro da Venezuela. Ele questionou os riscos impostos às tropas dos EUA e perguntou sobre a probabilidade de sucesso.
Trump também está atento às novas críticas de alguns de seus aliados de que sua atenção está excessivamente focada no exterior, em vez de em assuntos domésticos.
Não ficou imediatamente claro quais sinais o governo recebeu de que Maduro estava preparado para uma nova rodada de diplomacia. No mês passado, em meio a esforços discretos para intermediar um acordo com Caracas, Trump instruiu sua equipe a cortar o contato diplomático com Maduro e altas autoridades venezuelanas.
Na época, Trump e altos funcionários estavam frustrados porque Maduro não estava concordando em renunciar voluntariamente.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp














