Internacional Turquia prende comandante do EI que estaria preparando atentados

Turquia prende comandante do EI que estaria preparando atentados

Segundo agência de notícias turca o homem preso é Mahmut Ozden, que supostamente recebia instruções frequentes do Iraque e da Síria

  • Internacional | Da EFE

Ozden foi detido na cidade de Adana, no sul do país

Ozden foi detido na cidade de Adana, no sul do país

Mahmut Bozarslan/Wikimedia Commons

O ministro do Interior da Turquia, Suleyman Soylu, relatou nesta terça-feira (1) a prisão de um suposto comandante do braço turco do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) que aparentemente planejava ataques.

"O chamado emir do EI foi detido com planos importantes e enviado para a prisão. Obrigado e parabéns às forças de segurança", escreveu o ministro em sua conta no Twitter.

Em declarações à agência de notícias turca Anadolu, Soylu identificou o homem preso como Mahmut Ozden e assegurou que recebia instruções frequentes do Iraque e da Síria.

Ele acrescentou que o suspeito estava formando grupos de 10 a 12 pessoas para preparar as ações e que criou depósitos de armas e munições enterrados em determinados locais.

Segundo o ministro, eles estavam preparando ataques para prejudicar economicamente a Turquia e, por outro lado, planejavam sequestrar políticos para levá-los à Síria.

A prisão

Ozden foi detido na cidade de Adana, no sul do país, depois que a polícia turca prendeu outro membro do EI em um hotel em Istambul com um fuzil AK-47 e descobriu de quem estava recebendo ordens, disse Soylu.

A agência Anadolu, citando fontes do Ministério, identificou este suspeito como Huseyin Sagir e garante que a prisão ocorreu no dia 18 de agosto, enquanto Ozden foi transferido para Istambul dois dias depois e ontem ele compareceu perante um juiz, que o enviou à prisão preventiva.

Entre um dos alvos de ataque, segundo a agência, estava Santa Sofia, a antiga basílica bizantina, Patrimônio Mundial da Humanidade e um dos lugares mais visitados da Turquia, que foi transformada em mesquita há pouco mais de um mês por decisão do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

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