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Ucrânia afirma ter capturado 136 combatentes estrangeiros de 37 países recrutados pela Rússia

Escassez de mão de obra força Moscou a adotar táticas e enganosas no recrutamento de estrangeiros, diz Kiev

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Ucrânia capturou 136 combatentes estrangeiros de 37 países recrutados pela Rússia.
  • A informação foi divulgada por Bohdan Okhrymenko durante o Congresso dos Povos Indígenas da Ucrânia.
  • A divulgação dos dados visa alertar países onde o recrutamento russo é frequente.
  • A Rússia enfrenta dificuldades para repor soldados e tem adotado táticas enganosas para recrutamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ri, de 26 anos, é um dos soldados norte-coreanos capturados pela Ucrânia enquanto lutavam ao lado da Rússia, em janeiro de 2025 Reprodução/X/@ZelenskyyUa

A Ucrânia afirma ter capturado 136 combatentes estrangeiros de 37 países recrutados pela Rússia, segundo informações divulgadas por Kiev. O número foi apresentado por Bohdan Okhrymenko, chefe do Secretariado do Quartel-General de Coordenação para Assuntos de Prisioneiros de Guerra, durante o Congresso dos Povos Indígenas da Ucrânia na capital ucraniana.

Okhrymenko afirmou que os dados estão sendo encaminhados a governos estrangeiros. Ele disse que os materiais incluem vídeos e documentos preparados especialmente para comunicação com parceiros e embaixadas.


Segundo ele, 136 indivíduos de 37 países estão sob custódia ucraniana e a divulgação dessas informações tem sido direcionada a nações onde o recrutamento para as forças armadas russas ocorre com maior frequência. O funcionário disse que essa abordagem vem trazendo resultados positivos e indicou que mais detalhes serão apresentados futuramente.

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A ampliação do compartilhamento de informações ocorre em meio à dificuldade do governo russo de repor soldados no campo de batalha. A escassez de mão de obra força Moscou a adotar táticas consideradas agressivas e enganosas no recrutamento de estrangeiros.


Relatos indicam que cidadãos de regiões da África, do Sul da Ásia, da Ásia Central e do Oriente Médio receberam promessas de trabalho, residência legal ou pagamentos e acabaram enviados diretamente para a linha de frente na Ucrânia.

Antes disso, autoridades ucranianas haviam informado que a Rússia utiliza programas de ensino da língua russa em países da Ásia e da África para ampliar sua influência política e disseminar propaganda. A denúncia foi feita pelo Centro de Combate à Desinformação do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia em 30 de novembro.

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