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UE pode responder às tarifas ‘irracionais’ dos EUA, afirma chanceler alemão

Segundo Friedrich Merz, Europa é capaz de responder a possíveis taxações americanas

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O chanceler alemão Friedrich Merz comentou sobre as tarifas "irracionais" dos EUA.
  • A União Europeia está preparada para reagir se confrontada com essas tarifas.
  • O assunto será debatido na cúpula da UE em Bruxelas na próxima quinta-feira.
  • Estados Unidos impõem tarifas de até 25% em produtos de oito países europeus, afetando a Dinamarca e outros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Chanceler disse que assunto será discutido na próxima cúpula do bloco em Bruxelas Annegret Hilse/Reuters - 19.01.2026.

O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou nesta segunda-feira (19) que a União Europeia pode reagir às “tarifas irracionais dos Estados Unidos”.

“Não queremos essa escalada. Não queremos uma disputa comercial com os Estados Unidos”, afirmou em entrevista coletiva.


Segundo Merz, se a União Europeia for confrontada “com tarifas irracionais” pelo Estados Unidos, o bloco “é capaz de responder”.

“Mas se formos confrontados com tarifas que consideramos irracionais, então somos capazes de responder”, acrescentou.


O chanceler disse que o assunto será discutido na cúpula da UE em Bruxelas na próxima quinta-feira (22). Ele também disse que tentará se reunir com o presidente dos EUA, Donald Trump, na quarta-feira (21).

Embaixadores dos 27 países-membros da União Europeia convocaram uma reunião de emergência no Chipre no domingo (18) para discutir a imposição de tarifas progressivas dos Estados Unidos sobre mercadorias de oito países europeus como forma de pressionar por um acordo para comprar a Groenlândia, território autônomo e pertencente ao Reino da Dinamarca.


No sábado (17), o presidente americano disse em uma rede social que as tarifas começam em 10% a partir de 1º de fevereiro, e sobem para 25% em 1º de junho, caso não haja avanço nas negociações.

A medida afeta diretamente países como Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia.

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