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‘Vou te matar’, diz advogado de ex-CEO da Victoria’s Secret em julgamento do caso Epstein

Leslie Wexner foi um dos principais clientes do criminoso sexual e é mencionado nos arquivos da justiça norte-americana

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Leslie Wexner, ex-CEO da Victoria's Secret, foi advertido por seu advogado durante julgamento sobre Jeffrey Epstein.
  • Wexner admitiu ter visitado a ilha de Epstein, mas negou conhecimento sobre atividades criminosas.
  • Ele foi considerado um "coconspirador", apesar de não ser acusado de crimes sexuais.
  • Epstein liderou uma rede de tráfico sexual de menores, abusando de mais de 200 meninas antes de sua morte em 2019.

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Leslie Wexner admitiu que frequentou a ilha de Epstein, mas não sabia de nenhuma atividade criminosa Reprodução\Jornal da Record

Enquanto participava de um julgamento sobre seu vínculo com o criminoso sexual Jeffrey Epstein, Leslie Wexner foi advertido pelo próprio advogado. “Eu vou te matar se você responder outra pergunta com mais de cinco palavras”, susurrou a defesa do ex-CEO da Victoria’s Secret.

Wexner foi um dos principais clientes do empresário, que morreu em 2019. Ele também é mencionado em partes dos arquivos Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.


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No tribunal, Leslie admitiu que visitou a ilha do magnata, onde menores de idade teriam sido levadas e abusadas sexualmente. No entanto, o ex-CEO afirmou que não sabia de nenhuma atividade criminosa cometida pelo ex-colega de trabalho e que cortou relações antes de ele morrer na prisão.

Embora não seja acusado de nenhum crime sexual nos arquivos da justiça norte-americana, Wexner foi considerado um “coconspirador”, assim como Ghislaine Maxwell, atualmente detida por tráfico sexual. “Nunca fui participante nem coconspirador em qualquer uma de suas atividades ilegais”, afirmou Leslie no julgamento.


Jeffrey Epstein

O empresário norte-americano, natural de Nova York, foi acusado de tráfico sexual de menores de idade. Durante os anos 2000, Epstein liderou uma rede de tráfico que consistia em pagar jovens por atos sexuais.

Segundo investigações, o criminoso abusou de mais de 200 meninas. As vítimas também eram instruídas a trabalhar como “recrutadoras”, levando outras garotas para os imóveis do magnata. Ele foi detido em 2019 e se suicidou um mês após começar a cumprir a pena.

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