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Calor extremo na Europa aumenta dez vezes nos últimos 14 anos

Segundo o relatório da Universidade de Graz, na Áustria, o calor extremo só era registrado em 3 ou 4 dias ao longo do ano

Boletim JR 24H|Do R7

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O calor extremo na Europa aumentou dez vezes nos últimos 14 anos, e pesquisadores apontam que a ação humana é a principal responsável pelo aquecimento acelerado do continente. A sensação de que o clima não é mais o mesmo tem explicação científica. A emissão de gases poluentes, como o dióxido de carbono, intensifica o efeito estufa e eleva a temperatura do planeta.  

Segundo o relatório da Universidade de Graz, na Áustria, o calor extremo só era registrado em 3 ou 4 dias ao longo do ano. Nesta quarta-feira (25) esse período pode se estender por mais de 1 mês. Os cientistas analisaram mais de 60 anos (desde 1961- 2024) de dados climáticos para medir com precisão fenômenos como ondas de calor, enchentes e tempestades. Entre 2010 e 2014, as ondas de calor ficaram 10 vezes mais frequente em grande parte do centro e do sul da Europa.  

O estudo mostrou que a ação humana é a principal causa do aumento da temperatura na Europa. Entre os fatores, está o aumento da emissão de gases de efeito estufa. No ano passado, Portugal, por exemplo, viveu um dos verões mais quentes da história, com os termômetros marcando em torno de 46 graus celsius. A pesquisa alerta ainda para os riscos à saúde. Temperaturas acima dos 30 graus já causam estresse térmico. 


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