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Haddad nega que taxar LCIs e LCAs possa desestimular as aplicações

Novas alíquotas são debatidas, juntamente com alterações para FinTechs

Boletim JR 24H|Do R7

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Fernando Haddad, negou que o fim da isenção de imposto de renda para investimentos em letras de crédito do agronegócio e imobiliário vá desestimular as aplicações. O ministro da Fazenda participou de uma audiência na comissão mista do Senado que analisa a medida provisória com alternativas ao decreto que aumentou o IOF. A proposta cria novas fontes de arrecadação e estabelece uma alíquota de 5% de imposto de renda para aplicações que até agora eram isentas, como letras de crédito do agronegócio e do setor imobiliário e a captação de recursos por empresas para investimento em infraestrutura. O governo espera que a votação da medida provisória ajude a reforçar o equilíbrio fiscal. A expectativa é que o relatório final seja apresentado ainda este mês. Durante a audiência, Haddad também falou sobre o crescimento progressivo da dívida pública. Especialistas alertam que até 2027 o orçamento deve ficar comprometido somente com despesas obrigatórias.

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