JR ENTREVISTA: Sarrubbo elogia novo ministro da Justiça e critica politização do debate sobre segurança
Secretário faz balanço da segurança pública e defende integração nacional contra o crime organizado
JR Entrevista|Do R7, em Brasília
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O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (15) é o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele faz um balanço sobre a sua atuação no cargo, a transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública e os principais desafios para consolidar uma política nacional de segurança baseada em integração, ciência e resultados concretos.
Ao comentar a saída do ex-ministro Ricardo Lewandowski, Sarrubbo afirmou que a transição foi planejada e não pegou a equipe de surpresa. De acordo com ele, Lewandowski já havia sinalizado que encerraria seu ciclo no início do ano, deixando um legado relevante tanto na justiça quanto na segurança pública.
Ele elogiou a escolha de Wellington César Lima para substituir Lewandowski no ministério, demonstrando confiança na continuidade dos projetos e na renovação da equipe.
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Sarrubbo deve deixar a pasta nas próximas semanas. Durante a entrevista, ele avaliou como positiva sua passagem pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, iniciada em 2024. Segundo Sarrubbo, entre 80% e 85% do planejamento traçado foi efetivamente executado, com políticas públicas entregues e em funcionamento.
O secretário classificou o período como “riquíssimo”, destacando o aprendizado proporcionado pelo contato com as desigualdades regionais do país.
No campo legislativo, o secretário comentou a aprovação do PL Antifacção no Congresso. Ele criticou a Câmara dos Deputados por, segundo suas palavras, ter “desidratado” o texto original, transformando-o em uma “salada legislativa” que dificulta a aplicação prática da lei. Em contrapartida, elogiou as correções feitas posteriormente pelo Senado.
Em relação à PEC da Segurança Pública, Sarrubbo afirmou que a proposta inicial buscava dar à União um papel de coordenação — e não de comando — especialmente para padronizar dados e boletins de ocorrência. Ele lamentou que a ideia tenha sido desvirtuada ao longo do debate e classificou a versão atual como um retrocesso em relação à própria lei do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública).
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