Câmara avalia sanções a deputados por ocupação do plenário
Parlamentares enfrentam possível suspensão após protesto
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou à Corregedoria representações contra deputados que ocuparam o plenário por 36 horas em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os parlamentares envolvidos estão Marcos Pollon (PL-MS), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Júlia Zanatta (PL-SC). As possíveis sanções variam desde a retirada de comissões até a suspensão do mandato por seis meses.
A decisão foi tomada após uma reunião da cúpula da Câmara, que enviou cerca de 60 nomes à Corregedoria. A maioria dos envolvidos pode enfrentar sanções administrativas, enquanto casos mais graves podem resultar em suspensão de mandato. O plenário terá a palavra final em caso de recurso.
Os deputados encerraram a ocupação após acordos com líderes partidários para discutir o fim do foro privilegiado e anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. No entanto, Lindbergh Farias (PT-RJ) negou qualquer acordo durante as reuniões.
Entre as denúncias investigadas está a acusação contra Camila Jara (PT-MS) por supostamente empurrar Nikolas Ferreira durante um debate, alegação que ela nega. No Senado, Davi Alcolumbre afirmou que não pretende punir os parlamentares envolvidos no incidente.
Veja também
Assista aos conteúdos da RECORD de graça e ao vivo no PlayPlus. Baixe o app aqui!















