Empresário Renê Junior confessa que matou gari em Belo Horizonte (MG)
Família da vítima busca bloqueio de R$ 3 milhões para indenização
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
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Renê Junior confessou ter matado um gari em Belo Horizonte durante um interrogatório no Departamento de Investigação de Homicídios. Ele admitiu o crime após a apresentação de provas que incluíam imagens, depoimentos e um laudo confirmando que o disparo partiu da arma de sua esposa. A família da vítima solicitou à Justiça o bloqueio de R$ 3 milhões para assegurar uma futura indenização.
O empresário alegou portar a arma por segurança devido ao desconhecimento do trajeto até a empresa. Ele afirmou que saiu do carro armado para intimidar trabalhadores após um desentendimento, mas disse que o disparo foi acidental. Renê também afirmou que sua esposa, a delegada Ana Paula Balbino, desconhecia o fato de ele ter saído armado. Ela está sob investigação pela corregedoria da polícia.
O Ministério Público de Minas Gerais pediu à Justiça o bloqueio dos bens de Renê e sua esposa para evitar a dilapidação do patrimônio. Renê Junior está atualmente sem representação legal após seu escritório de advocacia desistir do caso.
O que aconteceu em Belo Horizonte envolvendo Renê Junior?
Renê Junior confessou ter matado acidentalmente um gari durante um interrogatório no Departamento de Investigação de Homicídios, admitindo o crime após a apresentação de provas, incluindo imagens e depoimentos.
Qual é a reação da família da vítima em relação ao incidente?
A família da vítima solicitou à Justiça o bloqueio de R$ 3 milhões para assegurar uma futura indenização.
O que Renê Junior alegou sobre a posse da arma e as circunstâncias do disparo?
Renê afirmou que portava a arma por questões de segurança devido ao desconhecimento do trajeto até a empresa e que o disparo foi acidental após ele sair do carro armado para intimidar trabalhadores.
Quais são as implicações legais para Renê Junior e sua esposa, Ana Paula Balbino?
O Ministério Público de Minas Gerais pediu o bloqueio dos bens de Renê e sua esposa para evitar a dilapidação do patrimônio, e Renê está sem representação legal após seu escritório de advocacia desistir do caso.
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