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Funcionário de banco público preso por fraude milionária no RJ

Polícia Federal investiga desvio de R$ 3 milhões em Nilópolis

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Funcionário de banco público no RJ foi preso por fraude milionária.
  • Desvio de até R$ 3 milhões em Nilópolis, utilizando dados falsos e cartões de pessoas inexistentes.
  • Alexsander Santos, acusado, atuava durante o horário de trabalho, sacando benefícios indevidamente.
  • Polícia Federal investiga uma organização criminosa ligada a funcionários públicos e já bloqueou bens dos envolvidos.

 

No Rio de Janeiro, um funcionário de um banco público foi preso por suspeita de fraude que teria causado prejuízos de até R$ 3 milhões. Alexsander Santos Lacerda de Oliveira é acusado de usar seu acesso ao sistema bancário para inserir dados falsos e emitir cartões em nome de pessoas inexistentes ou falecidas.

Ele teria sacado indevidamente quantias referentes a aposentadorias e FGTS na agência onde trabalhava, em Nilópolis, durante seu horário de almoço. As investigações da Polícia Federal revelam que Alexsander integra uma organização criminosa com ramificações que envolvem funcionários públicos e falsificadores.


Benefícios previdenciários fraudulentos relacionados ao caso estão ativos desde 2022. A polícia já iniciou ações para bloquear bens dos envolvidos enquanto busca identificar todos os participantes do esquema.

Quem foi preso por fraude milionária em Nilópolis?

Alexsander Santos Lacerda de Oliveira, funcionário de um banco público.


Qual o valor estimado do prejuízo causado pela fraude?

Até R$ 3 milhões.

Como Alexsander Santos Lacerda de Oliveira aplicou a fraude?

Ele usou seu acesso ao sistema bancário para inserir dados falsos e emitir cartões em nome de pessoas inexistentes ou falecidas, realizando saques indevidos de aposentadorias e FGTS durante seu horário de almoço.


Qual o status das investigações conduzidas pela Polícia Federal?

As investigações revelam que Alexsander faz parte de uma organização criminosa e ações já foram iniciadas para bloquear bens dos envolvidos, enquanto busca-se identificar todos os participantes do esquema.

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