Motos em SP terão câmeras para identificar placas clonadas
Equipamento em motos da segurança pública de SP visa combater crimes
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
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Em São Paulo, motocicletas da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar serão equipadas com câmeras inteligentes para detectar placas clonadas e auxiliar no combate ao crime. Um relatório municipal revelou que apenas 12 placas adulteradas geraram quase 11 mil ocorrências criminais.
Essas placas são frequentemente vendidas online como itens decorativos, mas acabam sendo usadas em atividades ilegais.
O prefeito Ricardo Nunes e o governador Tarcísio de Freitas anunciaram que as câmeras serão instaladas na parte frontal das motos e têm capacidade para ler até 200 placas por minuto, funcionando inclusive à noite com visão noturna. Quando detectam irregularidades, enviam alertas em tempo real à central de monitoramento para verificar a correspondência da placa com o veículo e possíveis registros de roubo ou busca por foragidos.
Nunes também destacou a importância do retorno dos lacres nas placas dos veículos para dificultar trocas por falsificações. O programa municipal já ajudou na captura de cerca de 1.600 foragidos e na prisão em flagrante de mais de 3 mil pessoas em pouco mais de um ano.
Qual é o objetivo das câmeras inteligentes que serão instaladas em motocicletas em São Paulo?
As câmeras inteligentes têm o objetivo de detectar placas clonadas e auxiliar no combate ao crime.
Quantas ocorrências criminais foram geradas por placas adulteradas em São Paulo?
Um relatório municipal revelou que apenas 12 placas adulteradas geraram quase 11 mil ocorrências criminais.
Como funcionam as câmeras instaladas nas motos da segurança pública de SP?
As câmeras funcionam lendo até 200 placas por minuto, mesmo à noite, e enviam alertas em tempo real à central de monitoramento quando detectam irregularidades.
Qual foi o impacto do programa municipal na segurança em São Paulo?
O programa já ajudou na captura de cerca de 1.600 foragidos e na prisão em flagrante de mais de 3 mil pessoas em pouco mais de um ano.
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