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Padre de Goiás condenado por cargo fantasma na Assembleia

Religioso deve pagar R$ 1,4 milhão parcelado e multa adicional

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Padre Luís Augusto, de Goiás, foi condenado a devolver quase R$ 1,4 milhão por salários indevidos.
  • A Justiça permitiu o parcelamento do valor e impôs uma multa adicional de mais de R$ 46 mil.
  • O caso foi descoberto em 2015; ele recebeu salários sem trabalhar após 15 anos de serviço.
  • A defesa do padre afirma que o processo ainda está em andamento e a Assembleia não comentou o caso.

 

O padre Luiz Augusto, de Goiás, foi condenado a devolver quase R$ 1,4 milhão por salários recebidos indevidamente enquanto ocupava um cargo não exercido na Assembleia Legislativa do estado. A Justiça permitiu que ele parcele o valor e estabeleceu uma multa adicional de mais de R$ 46 mil.

O caso foi descoberto em 2015, revelando que o padre havia sido nomeado servidor em 1980 e deixado de trabalhar após 15 anos, mas continuou recebendo seus vencimentos. Em 2015, seu salário era de R$ 11 mil mensais. Após o escândalo, ele foi demitido pela presidência da Assembleia Legislativa, mas conseguiu ser reconduzido ao cargo judicialmente. Em 2020, aposentou-se com um salário aproximado de R$ 17 mil.


A Assembleia Legislativa de Goiás não comentou sobre o caso. A defesa do padre afirmou que o processo ainda está em andamento.

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