Policiais militares presos por extorsão na Baixada Fluminense
Agentes de Belford Roxo cobravam taxas de comerciantes e mototaxistas
JR na TV|Ri7a, a inteligência artificial do R7
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Dez policiais militares foram detidos sob suspeita de extorquir comerciantes na Baixada Fluminense. A ação foi realizada pelo Ministério Público, que aponta que os agentes do batalhão de Belford Roxo exigiam pagamentos para oferecer segurança.
Os policiais atuavam durante o horário de trabalho, utilizando os recursos da corporação, como viaturas e armamentos. As investigações revelaram que os suspeitos também estabeleciam acordos com milicianos locais.
Os mandados de prisão e busca foram cumpridos por representantes do Ministério Público e da corregedoria da polícia militar. Conversas em aplicativos de mensagens foram analisadas, revelando o esquema de extorsão. Em casos anteriores, 11 policiais do mesmo batalhão já haviam sido presos por atividades semelhantes.
Os valores cobrados dos comerciantes chegavam a R$ 450 por semana, e em algumas situações, um único comerciante era extorquido por mais de um grupo de policiais. O Ministério Público condenou a prática, enfatizando que a segurança pública é uma obrigação do Estado e não deve ser comercializada.
Quantos policiais militares foram presos e por qual motivo?
Dez policiais militares foram presos sob suspeita de extorquir comerciantes na Baixada Fluminense.
Como os policiais estavam realizando as extorsões?
Os policiais estavam exigindo pagamentos de comerciantes e mototaxistas para oferecer segurança, atuando durante o horário de trabalho e utilizando viaturas e armamentos da corporação.
Quais foram as descobertas feitas durante as investigações?
As investigações revelaram que os policiais estabeleciam acordos com milicianos locais e que os valores cobrados chegavam a R$ 450 por semana, com casos em que um único comerciante era extorquido por mais de um grupo de policiais.
O que o Ministério Público disse sobre essa prática?
O Ministério Público condenou a prática de extorsão, ressaltando que a segurança pública é uma obrigação do Estado e não deve ser comercializada.
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