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Asfixia perinatal: SP implanta sistema que usa IA para monitorar bebês em UTIs neonatais

O protocolo da Sociedade Brasileira de Pediatria determina que todo recém-nascido com 'asfixia perinatal', deve receber oxigenação imediatamente

JR na TV|Do R7

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A falta de oxigenação no cérebro está entre as principais causas de morte de recém-nascidos em todo o mundo. Para diminuir os riscos e evitar sequelas graves, um sistema que usa inteligência artificial foi desenvolvido para monitorar os bebês em UTIs neonatais da capital paulista.  

O protocolo da Sociedade Brasileira de Pediatria determina que todo recém-nascido com 'asfixia perinatal', deve receber oxigenação imediatamente, e se necessário, fazer o tratamento com a diminuição da temperatura corporal para proteger o cérebro. A falta de oxigenação no cérebro é a terceira causa de morte neonatal no mundo. Também pode deixar sequelas graves como paralisia cerebral, cegueira, surdez e transtornos neurológicos.  

Para monitorar os recém-nascidos que sofreram asfixia neonatal, a prefeitura de São Paulo passou a implantar, de forma pioneira no país, um sistema de UTI neurológica digital. Com o uso de inteligência artificial, o equipamento identifica irregularidades cerebrais nos pacientes e proporciona uma reposta mais rápida das equipes de emergência, diminuindo o risco de sequelas. 


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