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Cães farejadores são utilizados em operações contra o narcotráfico no RJ

Operações policiais em comunidades cariocas contam com a precisão dos cães para localizar drogas e realizar prisões

JR na TV|Do R7

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Cães farejadores foram fundamentais nesta semana em operações contra o narcotráfico no Rio de Janeiro. Os animais, com faro aguçado, ajudam a identificar onde drogas estão escondidas. Na ação mais recente, o foco eram criminosos de duas facções que atuam na zona oeste da cidade. 

A comunidade Jardim Novo, em Realengo, amanheceu cercada por policiais, que cumpriam 28 mandados de prisão contra integrantes da facção Amigos dos Amigos aliados ao Comando Vermelho. O grupo é acusado de ameaçar moradores e cobrar taxas ilegais por serviços como gás, água e internet. “É uma rota utilizada por esse grupo de marginais para a expansão territorialista do Comando Vermelho”, afirmou o delegado Flávio Rodrigues. 

Durante a operação, um cão da Coordenadoria de Recursos Especiais levou agentes até uma casa usada como estufa para cultivo de maconha, com ambiente climatizado e dezenas de plantas apreendidas. A unidade conta com 13 cães treinados para localizar drogas, armas e munições. Um deles, Criguer, de cinco anos, teve papel decisivo na ação. 

Nesta semana, outro cão, Huck, ajudou na maior apreensão de drogas da história do país: 48 toneladas de maconha encontradas em uma cisterna no Complexo da Maré. “A droga pode estar soterrada, concretada ou até debaixo d’água. O cão é treinado para farejar esse tipo de material”, explicou o tenente-coronel Luciano Pedro. 


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