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Caso Gisele: Jornal da Record mostra detalhes exclusivos sobre a investigação da morte da policial

O Jornal teve acesso ao inquérito, onde o coronel Geraldo Neto diz que encontrou a esposa mexendo no celular e sugeriu a separação

JR na TV|Do R7

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A Polícia Civil está investigando a morte da soldado Gisele Santana em seu apartamento em São Paulo. A dúvida é se ela cometeu suicídio ou foi vítima de homicídio. As últimas imagens mostram Gisele na academia do prédio um dia antes do ocorrido. Na manhã seguinte, ela foi encontrada morta.


Geraldo Neto relatou que encontrou a esposa mexendo no celular por volta das 7h e sugeriu uma separação. Após ouvir um barulho enquanto tomava banho, ele encontrou Gisele ferida no chão. Uma vizinha afirmou ter ouvido um som semelhante a disparo às 7h28. O tenente coronel ligou para a Polícia Militar às 7h57 e para os bombeiros pouco depois.


Os primeiros socorristas notaram detalhes estranhos na cena: sangue coagulado indicava tempo decorrido desde o tiro; não havia sinais de desespero por parte do marido nem evidências de alguém saindo apressadamente do banho; além disso, vestígios de sangue foram encontrados no banheiro sem indícios de pólvora nas mãos dos envolvidos.


O comportamento do tenente coronel também levantou suspeitas ao permanecer distante durante o atendimento hospitalar à esposa. Para familiares da policial militar, há elementos suficientes que apontam para um possível feminicídio devido ao histórico conturbado entre o casal marcado por conflitos frequentes.


Recentemente, o corpo de Gisele foi exumado para nova perícia sobre a trajetória da bala fatal. As autoridades continuam investigando enquanto Geraldo Neto, que não é considerado oficialmente suspeito, está de licença do trabalho.




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