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Donald Trump afirma que não vai atacar Irã após cancelamento das execuções de manifestantes

Decisão de cancelar execuções de manifestantes leva Trump a evitar ofensiva militar

JR na TV|Do R7

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Em meio à escalada da tensão militar no Oriente Médio, Os Estados Unidos deram um passo atrás e decidiram não avançar com um ataque ao Irã. O motivo, segundo o presidente americano, foi o cancelamento de centenas de execuções que estavam previstas no país.  

 

Os Estados Unidos estão deslocando um porta-aviões para o Oriente Médio. O USS Abraham Lincoln carrega caças, destruidores de mísseis e um submarino. As companhias aéreas da Europa seguem evitando o Irã e o Iraque. O espaço aéreo iraniano chegou a ser fechado por algumas horas na última quarta-feira (14). 

 

Em Israel, o Exército elevou o estado de alerta em todas as fronteiras do país e disse estar pronto para qualquer cenário militar na região. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu conversou duas vezes com o presidente americano nos últimos dias. Netanyahu também teve conversas com o presidente russo Vladimir Putin, que se ofereceu para mediar a tensão diplomática com o Irã. 

 

Apesar da mobilização militar, Trump disse, nesta sexta-feira (16), ter se convencido a não atacar o Irã, depois de o país cancelar a execução de 800 manifestantes presos. Autoridades de segurança iranianas informaram que três mil pessoas foram presas desde o início dos protestos. No entanto, organizações de direitos humanos estimam que o número real seja de vinte mil detidos e mais de 3 mil mortos. 


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