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Estudo revela que o aquecimento global aumenta mortes, doenças e tem gerado prejuízos econômicos

Estudo revela que o calor extremo e os combustíveis fósseis afetam saúde e riqueza global

JR na TV|Do R7

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Um estudo recente revela que o aquecimento global está provocando mais mortes, doenças e impactos diretos na economia de vários países. Os extremos do clima estão por trás de um aumento de 23% nas mortes relacionadas ao calor desde a década de 1990. Segundo o relatório publicado pela revista The Lancet, o aumento da temperatura global causou, em média, a morte de uma pessoa a cada minuto em todo o mundo. 

Nos últimos quatro anos, cada pessoa esteve exposta em média a 19 dias de calor extremo por ano, sendo 16 deles provocados diretamente pelo aquecimento global. A pesquisa relaciona o aumento das temperaturas à produção de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás, que intensificam a poluição do ar, favorecem a disseminação de doenças como a dengue e aumentam o risco de incêndios florestais. Só as queimadas, intensificadas pelas secas e pelo calor, foram responsáveis por 154 mil mortes em 2024, o maior número já registrado. 

O aquecimento global também afeta a economia: só em 2024, o calor excessivo causou a perda de 639 bilhões de horas de trabalho, principalmente em países mais pobres, representando cerca de 6% de toda a riqueza produzida nessas regiões. Até agosto, os incêndios florestais na Europa já destruíram mais de um milhão de hectares, o maior índice desde 2006. Para os pesquisadores, faltam políticas ambientais e interesse dos governos em reduzir os combustíveis fósseis e evitar um futuro ainda mais quente e desigual. 


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