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Europa registra mais de 2 mil mortes por causas relacionadas ao calor extremo

Pesquisadores de universidades britânicas, atribuem mais da metade das mortes ao aumento de até quatro graus acima da média

JR na TV|Do R7

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A Europa enfrenta um inimigo invisível, mas cada vez mais mortal: o calor extremo. Entre os dias 23 de junho e 2 de julho, que cerca de duas mil 300 pessoas de 12 cidades europeias morreram por causas relacionadas ao calor.  

Pesquisadores de universidades britânicas, atribuem mais da metade das mortes ao aumento de até quatro graus acima da média provocado pelas alterações climáticas. 88% das mortes são de pessoas acima de 65 anos. Londres tem verões cada vez mais quentes, mas a infraestrutura não acompanhou essa mudança. A maioria das casas foi construída para segurar calor no inverno, e não para suportar as altas temperaturas. Ar- condicionado não é comum: apenas 5% das residências contam com o equipamento. Os estudos mostram que o aparelho não é luxo.  

Em média, um dia com temperatura de 22 graus em Londres é tão letal quanto um dia de 28 graus em outras cidades europeias. Na Espanha, por exemplo, a presença de ar-condicionado nas casas saltou de 5% em 1991 para mais de 40% hoje em dia e o risco de morte por calor caiu até 60%. Especialistas alertam: sem adaptação, cidades como Florença, na Itália podem triplicar suas mortes por calor até 2050. 



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