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Governo anuncia medidas para tentar segurar os preços dos combustíveis

Medidas visam evitar greve de caminhoneiros e desabastecimento após aumento do diesel

JR na TV|Do R7

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Desde o início da guerra no Oriente Médio, o preço do diesel nos postos brasileiros aumentou em quase 20%. Para conter os impactos e evitar uma greve de caminhoneiros, o governo federal anunciou novas medidas e criou uma força-tarefa contra preços abusivos. 

Empresas que descumprirem o piso mínimo do frete podem ser multadas em até R$ 10 milhões e até perder o direito de operar, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres. As ações agradaram a categoria, que decidiu suspender uma possível paralisação até a próxima semana. "Quando o governo apresentou a medida provisória, a decisão foi 'não greve'. Ou seja, eles concordaram", afirmou o ministro dos Transportes, Renan Filho. 

O governo já havia adotado medidas como a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel e discute o aumento da mistura de biodiesel. O objetivo é evitar uma crise como a de 2018. No Ministério da Fazenda, Dario Durigan defendeu a negociação com estados para isentar o ICMS na importação. "Acho que cabe aos governadores avaliar essa proposta, que é generosa, inteligente e muito razoável." 

Desde 28 de fevereiro, o diesel subiu 19,4%, chegando a R$ 7,26. Entidades do setor alertam para risco de desabastecimento, enquanto a Petrobras afirma ter ampliado entregas. O Ministério da Justiça notificou mais de 110 empresas e reforçou a fiscalização. "Distribuidoras e revendedoras que praticarem preços injustificados estarão sujeitos a sanções severas."


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