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Governo federal não vai intervir na Petrobras mesmo com alta no preço do diesel

O ministro de Minas e Energia classificou o reajuste como "especulação criminosa das distribuidoras"

JR na TV|Do R7

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O governo federal não vai intervir na Petrobras, mesmo com a alta no preço do diesel desde o início dos conflitos no Oriente Médio. O ministro de Minas e Energia classificou o reajuste como "especulação criminosa das distribuidoras". O caminhoneiro que parou para abastecer nesta semana já sentiu o impacto no bolso.  

Em duas semanas, o litro do diesel S10 subiu mais de 7,7% e passou a custar em média R$ 6,70. O diesel comum chegou a R$ 6,61, segundo o levantamento de uma consultoria. Em São Paulo, o reajuste chegou a 8,7%, segundo o sindicato do setor. O conflito no Oriente Médio tem pressionado o mercado internacional de petróleo.  

O preço do barril tipo Brent bateu quase US$ 120 dólares. Como o Brasil importa até 30% do diesel que consome, o impacto chega às bombas e quando o diesel sobe aqui, o frete dos produtos aumenta em toda a cadeia produtiva. O aumento atinge principalmente o agronegócio, que vive o pico do escoamento da safra. Em Rio Verde, Goiás, o diesel chega a R$ 7,49. O Procon notificou os postos, para explicar o reajuste.  

Em Brasília, a Confederação Nacional da Agricultura reclama do que chamou de "aumento desproporcional". A Frente Parlamentar da Agropecuária pediu ao governo aumento da mistura de biodiesel no diesel, hoje em 15%. O ministro de Minas e Energia afirmou que não haverá intervenção na Petrobras e disse que vai fiscalizar e aplicar multas nos postos.


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