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IA erra diagnósticos médicos em mais da metade das vezes, segundo estudo internacional

A utilização da inteligência artificial para diagnósticos médicos levanta preocupações sobre sua precisão

JR na TV|Do R7

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Aos poucos, a inteligência artificial entra no dia a dia dos brasileiros e tem sido utilizada para tirar dúvidas básicas, corrigir textos e até mesmo fazer trabalhos acadêmicos. Mas especialistas alertam que o uso indiscriminado pode trazer riscos, especialmente na área da saúde. 

Muitos recorrem à ferramenta antes de marcar uma consulta. A estudante Alice Dias contou: “Eu estava com uma infecção na perna e mandei uma foto. E ele me falou as opções que poderia ser.” Ana Laura Portes complementou: “Eu já tirei dúvida em relação à diferença de remédio, tipo: ah, estou com dor de cabeça e estou em dúvida de qual tomar.” 

A facilidade de acesso, porém, pode gerar falsa sensação de segurança. Caterina Achutti explicou: “Quando o assunto é saúde, usar a inteligência artificial para analisar sintomas e exames pode levar a diagnósticos errados e trazer consequências graves.” Um estudo americano mostrou que, em mais da metade das vezes, a ferramenta falhou em orientar pacientes com condições graves a procurar atendimento imediato. 

O cardiologista Álvaro Paiva Oliveira destacou: “No mínimo, ele vai perder tempo. E em medicina, tempo muitas vezes é vida. A depender da doença, o paciente pode inclusive morrer.” Ele reforça que a inteligência artificial deve ser usada como auxílio, e não substituição do médico: “É importante que o médico esteja envolvido, porque vai interpretar os dados e usar a ferramenta como suporte no diagnóstico.” 


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