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Imagens de câmeras corporais mostram policiais atirando contra homem desarmado em Santos (SP)

Baleado, ele pulou de uma altura de mais de sete metros para tentar escapar

JR na TV|Do R7

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Imagens de câmeras corporais mostram policiais militares atirando contra um homem desarmado em Santos. A ação aconteceu há dois anos, durante uma operação no litoral paulista. Baleado, ele pulou de uma altura de mais de sete metros para tentar escapar. Ele sobreviveu e agora aguarda pelo encerramento do processo que enfrenta por resistência e porte ilegal de arma.  

As imagens mostram os três agentes percorrendo ruas da comunidade. Até entrar em um imóvel, onde se ouvem gritos e tiros. A sequência das gravações revela um homem caído do lado de fora do prédio, sem roupa e gravemente ferido. Ele pulou da janela do banheiro, e caiu em um terreno. A ocorrência foi registrada há dois anos, durante a operação escudo da polícia paulista no litoral do estado, depois da morte de um soldado da Rota. Segundo a polícia informou na época, Evandro estava armado. Em uma cena é possível ver um casaco em cima do sofá. Dois minutos depois, a câmera corporal de um dos PMs volta a gravar o mesmo local, onde já é possível ver uma pistola.  

Anna é advogada e mulher do motoboy baleado na ação. Evandro conta que ainda sente as consequências dos tiros. O motoboy nega que estivesse armado. Ele diz que dois dias antes de ser baleado, foi abordado por policiais que questionaram se tinha passagem criminal. Ele cumpriu pena por extorsão mediante sequestro, que resultou na morte da vítima.  

A primeira fase da Operação Escudo durou 40 dias, resultou em mais de mil prisões e deixou 28 suspeitos mortos em confrontos com a Polícia Militar. Evandro foi indiciado por porte ilegal de arma e resistência, mas esse processo está suspenso até que a apuração da conduta dos policiais na ação seja concluída. De acordo com o Ministério Público de São Paulo, os três policiais militares investigados já foram interrogados e o caso está sendo apurado. A Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Militar aguarda decisão do poder judiciário para adotar medidas cabíveis em relação aos agentes. 


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