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Inflação termina o ano dentro da meta do Banco Central, em 4,26%

A inflação em 2025 foi de 4,26%, a menor desde 2018, com impactos variados nos preços

JR na TV|Do R7

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A inflação terminou o ano em 4,26%, ainda dentro da meta do Banco Central, e registrou a menor variação anual desde 2018. Apesar do resultado positivo, muitas famílias ainda sentem o peso das despesas do dia a dia. "Eu ando de mercado em mercado ainda, viu?!", comentou a comerciante Vera Braganti. Itens essenciais, especialmente alimentos, ajudaram a segurar os preços. A alimentação dentro de casa caiu 2,95% em 2025, com destaque para feijão preto (-32,38%) e arroz (-26,56%). Por outro lado, comer fora ficou mais caro, com alta de 6,97%. "A inflação principalmente dos alimentos está mais comportada e conseguimos ter mais previsibilidade", explicou o economista Matheus Spiess. A energia elétrica residencial teve o maior impacto no índice, subindo 12,31% devido a reajustes nas tarifas e bandeiras tarifárias mais altas. Serviços e transporte também pressionaram os núcleos da inflação, conforme destacou o economista André Perfeito: "As pessoas percebem isso na energia, no transporte". A variação de preços foi maior em Porto Alegre (4,71%) e menor em São Luís (3,17%). Para especialistas, o cenário permite que o Banco Central flexibilize a política monetária. "Ele pode começar a flexibilizar o tom em janeiro, trabalhar a comunicação em fevereiro e cortar em março, e continuar ao longo de 2026", afirmou Spiess, sobre a taxa Selic, atualmente em 15% ao ano.

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