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Jovem é assassinada pelo ex-namorado enquanto trabalhava em joalheria na Grande São Paulo

Nem a medida protetiva foi capaz de protegê-la; casos de violência aumentam na região

JR na TV|Do R7

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As medidas protetivas de urgência são uma ferramenta criada para proteger vítimas de violência doméstica. Mas nem sempre conseguem evitar o pior. Na Grande São Paulo, a jovem Cibele Monteiro Alves, de 22 anos, foi assassinada pelo ex-namorado enquanto trabalhava em uma joalheria de um shopping, em São Bernardo do Campo. Ela tinha medida protetiva contra Cássio Zampieri. 

Segundo a polícia, ele entrou no local com uma arma falsa e uma faca. Em um áudio, afirmou: "Me segurei ao máximo para não fazer. Eu matei a Cibele, mano. Cheio de polícia aqui." Cássio foi baleado, está internado sob escolta e deve ser indiciado por feminicídio. Cibele já havia registrado três boletins de ocorrência contra ele. 

Só em 2025, mais de 621 mil mulheres tiveram medidas protetivas concedidas no país. Ainda assim, o número de feminicídios bateu recorde no ano passado. “Não são todos os agressores que já têm a tornozeleira eletrônica. A gente acaba acompanhando essa quantidade absurda de medidas protetivas, mas também de feminicídio”, afirmou Maíra Recchia, da OAB-SP. 

Outros casos recentes reforçam o alerta. Em Botucatu, uma farmacêutica e o namorado foram mortos pelo ex-marido. Na capital, uma jovem foi assassinada ao tentar fugir do ex-companheiro. “Todo dia é um caso de feminicídio, todo dia”, lamentou uma amiga de Cibele. 


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