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JR Dinheiro: Governo estuda limitar juros de empréstimos consignados para trabalhadores CLT

A proposta é criar um teto para os juros como já existe para aposentados e pensionistas

JR na TV|Do R7

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O governo estuda limitar os juros dos empréstimos consignados para trabalhadores com carteira assinada. A medida pode reduzir o custo desse tipo de crédito. A proposta é criar um teto para os juros do consignado para trabalhadores CLT, como já existe para aposentados e pensionistas. Para beneficiários do INSS, o teto de juros gira em torno de 1,85% ao mês. Já para quem tem carteira assinada as taxas são livres e variam de 3% a mais de 5% ao mês. Uma diferença grande.  

Em uma simulação, um empréstimo de R$ 10 mil, em 36 meses, com juros de 3% ao mês, termina em quase R$ 16,5 mil. Com 5% ao mês, sobe para quase R$ 21,8 mil. Com juros menores, o empréstimo fica mais barato, mas os bancos podem restringir a oferta. Esse é um efeito que pode acontecer. Se os bancos não podem aumentar os juros, eles reduzem a oferta de crédito para perfis mais arriscados, como trabalhadores que tenham uma renda mais instável, que dependam mais de comissões, por exemplo, ou que tenham registro recente na carteira ou que mudam muito de emprego.  

Para essas pessoas o consignado pode ficar mais restrito. Esse limite pode aumentar a concorrência entre os bancos. Considerando que todos os bancos vão concorrer com o mesmo teto de juros, eles podem baixar as taxas para clientes com menor potencial de risco. Mesmo com juros menores, é importante lembrar que durante o prazo de pagamento, o salário vai ficar mais curto. A recomendação é sempre usar o crédito com cautela. 

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