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Justiça decide que servidores investigados por desvio de recursos no Pará devem permanecer presos

Eles foram presos em uma operação que investiga o desvio de quase R$ 200 milhões de recursos da saúde e da educação

JR na TV|Do R7

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No Pará, servidores públicos e empresários passaram por audiência de custódia. Eles foram presos em uma operação que investiga o desvio de quase R$ 200 milhões de recursos da saúde e da educação. A Justiça decidiu que eles vão permanecer detidos. Entre os presos estão Fabrício Correa - chefe de gabinete do presidente da Assembleia Legislativa do Pará - suspeito de receber R$ 250 mil e o funcionário da Alepa Sandro Matos suspeito de fazer os pagamentos. Três empresários também estão detidos.  

De acordo com a investigação, em sete anos a organização conseguiu desviar quase R$ 200 milhões em recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica, Fundeb e do Fundo Nacional de Saúde. Foram apreendidos R$ 800 mil em moedas nacionais e estrangeiras, carros, joias e relógios de luxo. Seis servidores foram afastados das funções e houve a suspensão de contratos. O próximo passo da investigação da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União é analisar o material recolhido que pode reforçar as provas já existentes. 


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