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Laudo do corpo da PM Gisele Santana indica marcas de enforcamento antes da morte

Investigação é tratada como feminicídio e ocorre sob sigilo em São Paulo

JR na TV|Do R7

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O laudo feito depois da exumação do corpo da PM Gisele Santana aponta que ela pode ter sido enforcada antes de morrer. Até este momento, o marido, oficial da Polícia Militar, não é considerado suspeito. 

O dia foi movimentado na delegacia que apura a morte de Gisele Santana. Policiais militares que atenderam a ocorrência prestaram novos esclarecimentos. Também foram ouvidas três PMs que teriam recebido ordens para ir até o apartamento para limpar o local. A investigação já tem em mãos o laudo da exumação, que aponta lesões no rosto e no pescoço compatíveis com pressão digital, sugerindo esganadura, além de marcas de unha. Não foram encontradas lesões de defesa. O primeiro laudo, feito no dia seguinte à morte, indica que o tiro foi disparado do lado direito, de baixo para cima, atravessando o crânio. 

O advogado da família afirmou: “Essas marcas não são incompatíveis com a possibilidade de um suicídio. Até porque a própria trajetória também que veio desse laudo deixa claro e cristalino que a arma não poderia estar na posição acoplada à mão da vítima”. 

Depoimentos e outros elementos também são analisados. Uma vizinha disse ter ouvido um tiro às 7h28, enquanto a primeira ligação do tenente-coronel pedindo socorro ocorreu às 7h57 e a segunda, aos bombeiros, às 8h01. A cápsula do disparo não foi encontrada e um bombeiro estranhou o sangue coagulado. O oficial disse que tomava banho quando ouviu o tiro. O celular dele foi apreendido para perícia, que deve analisar a sequência das ligações. A Justiça decretou sigilo nas investigações e a defesa não se manifestou. 


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