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Liquidação do Banco Master pode causar prejuízos a estados e municípios; entenda

Decisão do Banco Central impacta regimes próprios de previdência e investimentos de servidores

JR na TV|Do R7

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A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central, pode gerar prejuízos a estados e municípios, já que diversos fundos de pensão tinham aplicações milionárias na instituição. Ao todo, 18 regimes próprios de previdência de governos estaduais e municipais têm R$ 1,867 bilhão investidos no banco, recursos que agora correm risco de não serem resgatados. Somente a Rio Previdência, fundo do estado do Rio de Janeiro, detém cerca de R$ 970 milhões aplicados no Master, enquanto o fundo do Amapá possui outros R$ 400 milhões. Os recursos são oriundos de descontos da folha de pagamento de servidores e foram aplicados em títulos emitidos pelo banco. Questionado por parlamentares do Rio de Janeiro, o Ministério da Previdência Social afirmou que, de acordo com a legislação vigente, estados e municípios serão obrigados a cobrir eventuais perdas. “O ente federativo, estado ou município, é o garantidor final do sistema, e deve cobrir eventuais faltas financeiras para assegurar que todos os benefícios sejam pagos integralmente”, disse a pasta em nota. A situação de cerca de 1,6 milhão de investidores do Banco Master segue indefinida. O banco foi liquidado em novembro e, quase 50 dias depois, o Fundo Garantidor de Crédito ainda não começou os pagamentos aos correntistas com depósitos de até R$ 250 mil. O valor total a ser resgatado deve chegar a R$ 41 bilhões, o maior da história do sistema financeiro nacional.

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