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Maduro e a mulher, Cilia Flores, se declaram inocentes diante de juiz no tribunal de Nova York

Ex-presidente venezuelano alega ser prisioneiro de guerra durante audiência sobre acusações de tráfico

JR na TV|Do R7

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O ex-presidente Nicolás Maduro e a esposa dele, Cília Flores, se declararam inocentes diante de um juiz no tribunal de Nova York. Maduro alegou que é um prisioneiro de guerra e que foi sequestrado por Donald Trump. O casal deixou o centro de detenção às 7h da manhã, no horário local, e foi levado em um esquema de segurança até o tribunal. 

De uniforme prisional, algemado e mancando, Maduro seguiu ao lado da esposa em carro blindado e depois de helicóptero. Na porta do tribunal, manifestantes se reuniram contra e a favor do ex-presidente. Nos Estados Unidos, imagens das audiências são proibidas, e os jornalistas acompanham as sessões por meio de relatos e desenhos. 

Dentro da sala, Maduro ficou sentado ao lado de Cília Flores, ambos usando fones para ouvir a tradução do inglês para o espanhol. Ele contratou Barry Pollack, advogado que já defendeu Julian Assange. A audiência foi conduzida pelo juiz Alvin Hellerstein, de 92 anos, que já atuou em casos de grande repercussão. 

Durante a sessão, Maduro se apresentou como presidente da Venezuela, reafirmou a inocência e disse ter sido sequestrado pelo governo americano. Ele responde a quatro crimes ligados ao tráfico de drogas, incluindo “importação de cocaína”. A defesa afirmou que Cília Flores foi ferida durante a operação na Venezuela e pediu atenção especial ao casal. A audiência durou cerca de 40 minutos, e a próxima está marcada para 17 de março. 


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