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Mais de 380 milhões de cristãos enfrentam perseguição e discriminação severas, revela relatório

É o maior número já registrado desde a criação do índice, em 1193

JR na TV|Do R7

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A perseguição a cristãos atingiu um patamar histórico no mundo. Um relatório divulgado nesta quarta (14) aponta que mais de 380 milhões de cristãos enfrentam perseguição e discriminação severas. A África concentra os casos mais graves. É o maior número já registrado desde a criação do índice, em 1193. O relatório é da organização não governamental Portas Abertas.   

A pesquisa analisou o período de outubro de 2024 a setembro de 2025 e mostrou que a intolerância religiosa provocou quase 5 mil assassinatos de cristãos. Outros 4.700 foram detidos.  

No mapa da violência contra cristãos, três países se destacam: Sudão, Nigéria e Mali, todos no continente africano. A Nigéria segue como o país mais letal para os cristãos, com 3.490 assassinatos. Segundo o relatório, o avanço da perseguição segue um padrão: ocorre principalmente em países com governos frágeis, onde grupos extremistas passam a controlar regiões inteiras, como no caso de Moçambique.  

A organização não governamental alerta que é necessária a atenção dos países mais desenvolvidos para o avanço da violência contra os cristãos em todo o mundo. A ONG estima que o número de vítimas seja ainda maior do que o registrado.  

Os episódios de violência incluem ataques a igrejas e escolas, além de abusos extremos como estupros, sequestros e casamentos forçados. Por causa da fé cristã, quase 23 mil pessoas foram obrigadas a fugir do país onde viviam, no período de um ano. A Coreia do Norte, onde crer em Deus é considerado uma traição ao regime, segue no topo dessa lista. Seguida pela Somália, onde cristãos são obrigados a viver de forma clandestina. 


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