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MG enfrenta o período chuvoso mais letal dos últimos 20 anos; número de mortos chega a 69

Bombeiros intensificam resgate de desaparecidos e autoridades pedem evacuação de áreas de risco

JR na TV|Do R7

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Minas Gerais enfrenta o período chuvoso mais letal dos últimos 20 anos. Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, o Corpo de Bombeiros trabalha há mais de 80 horas em busca de desaparecidos. Segundo a Polícia Civil, 68 pessoas morreram na região: 62 em Juiz de Fora e seis em Ubá. Na cidade, ainda há três desaparecidos. 

A diferença nos balanços ocorre porque os bombeiros contabilizam 58 óbitos (apenas os corpos resgatados pela corporação), enquanto a Polícia Civil inclui vítimas que morreram após o salvamento e casos atendidos por outras equipes. O Ministério Público informou que atua na captação de recursos para as vítimas. “Foi um estrago tão rápido, que desce aquilo arrebentando a casa todinha que eu só coloquei a mão na minha esposa e na minha filha, saí carregando meus dois cachorrinhos e saí correndo”, relatou um morador. 

No bairro Paineiras, equipes buscam Pietro César Freitas, de 9 anos, desaparecido desde segunda-feira (23). A irmã dele, Sofia, de 6 anos, foi encontrada morta, assim como a mãe, a avó e o padrasto. No Parque Burnier, o último corpo localizado era de uma menina de 8 anos. Só no bairro mais atingido, 22 pessoas morreram. 

No Monte Castelo, moradores temem novos deslizamentos e cobram vistoria. “A demanda é muito grande. Pode ser que vem e pode ser que não”, disse uma moradora sobre a Defesa Civil. O comandante do órgão, coronel Paulo Rezende, alertou: “Percebeu alguma coisa de diferente na minha casa. A prioridade é você preservar a sua vida, saia!”. A prefeitura vacina bombeiros e voluntários contra tétano e difteria.


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