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MG: mulher que teria morrido em acidente de trânsito foi vítima de feminicídio, conclui polícia

A vítima foi assassinada dentro do apartamento onde morava, antes do namorado forjar uma batida em uma rodovia

JR na TV|Do R7

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A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que a morte de uma mulher, no fim do ano passado, não foi um acidente de trânsito, mas sim, um feminicídio. A vítima foi assassinada dentro do apartamento onde morava, antes do namorado forjar uma batida numa rodovia. 

O último registro de Henay Amorim com vida, foi no dia 13 de dezembro. A mulher estava no carro com o companheiro ao lado, chegando ao prédio onde moravam em Belo Horizonte. Horas mais tarde, as câmeras flagram Alisson Araújo novamente, agora, arrastando o corpo de Henay até o veículo.  

Segundo as investigações, Alisson colocou o corpo da mulher no banco do motorista, e conduziu o veículo simulando que ela dirigia. ao passar por um pedágio, a situação chamou a atenção da atendente, foi ela quem chamou a polícia ao saber que o carro tinha invadido a contramão e batido de frente com um micro-ônibus. Alisson foi preso, em flagrante, no velório da vítima. A polícia identificou que havia lesões no corpo de Henay incompatíveis com o impacto da batida. Também foi comprovado que o homem alterou a cena do crime e tentou ocultar o feminicídio, forjando a morte da mulher. 

 As investigações descobriram que Alisson era violento com Henay, com quem se relacionou por um ano. Em nota, a defesa de Alisson afirmou que a versão apresentada pela polícia não reflete a realidade e que vai adotar todas as medidas cabíveis para que a verdade seja restabelecida. 


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