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Ministro da Saúde teme que conflito no Oriente Médio atrase chegada de remédios no Brasil

Padilha explicou que a guerra no Oriente Médio pode afetar a logística e os custos dos insumos, já que parte dos princípios ativos vem de países como Índia

JR na TV|Do R7

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta terça-feira (3) que teme que o conflito no Oriente Médio atrase a chegada de insumos farmacêuticos ao Brasil. A declaração foi feita durante visita do presidente Lula a uma farmacêutica no interior de São Paulo, em Valinhos. 

Vestido com equipamentos de proteção, Lula conheceu a linha de produção de medicamentos de alta complexidade e conversou com funcionários. A empresa fornece mais de 19 milhões de frascos e seringas para o SUS e mantém parcerias com institutos de pesquisa. O presidente estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de três ministros: Alexandre Padilha, Fernando Haddad e Simone Tebet. 

No discurso, Lula destacou a importância da fabricação de medicamentos de alto custo no Brasil e lembrou que são distribuídos gratuitamente pelo SUS. "Essa mais verde aqui, tem duas seringas dentro. Ela custa exatamente seis mil reais. Se a pessoa for tomar duas, vai gastar doze mil reais. Sem o SUS, 90% do povo brasileiro não poderia comprar esse remédio", afirmou. 

Padilha explicou que a guerra no Oriente Médio pode afetar a logística e os custos dos insumos, já que parte dos princípios ativos vem de países como Índia e passa por aeroportos da região. "Toda guerra faz mal à saúde, essa guerra pode fazer mal à saúde global", alertou o ministro. 


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